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sábado, 17 de novembro de 2012

Melhor amiga. Doença. Acampamento.

Jéssica: oi pequena!
Bea: você é uma vaca, que nunca mais me ligou e ainda me trocou o número!
Jéssica: eu estou bem, amiga, e você?
Bea: -rimos- to bem. mas então, qual é o motivo da ligação? vai vir me visitar?
Jéssica: claro, né?
Bea: caralho, é sério?
Jéssica: óbvio! na verdade, eu vou morar em Santos.
Bea: morar? como assim?
Jéssica: meu pai foi transferido pra Santos e a gente vai se mudar, inclusive eu vou voltar pra nossa escola.
Bea: nossa velho, fiquei feliz agora! -rimos- que saudade.
Jéssica: também to meu anjo. olha, preciso desligar agora, mas me espera que segunda eu to chegando. 
Bea: ta bem, melhor.. eu te amo!
Jéssica: também te amo.. melhor!

Desliguei o telefone com um sorriso no rosto. Cara, não acredito que a minha melhor amiga está voltando. Nesse pique todo, eu acho que não consigo mais dormir. Fui no quarto da Mel, perguntar se ela não queria ir no parque comigo, mas cheguei lá e ela tava com o nariz vermelho e o rosto inchado. Acho que ela tava chorando.

Bea: o que houve, minha pequena?
Mel: to com dor, maninha.
Bea: aonde, meu anjo? -eu já estava quase chorando, odeio ver ela mal.
Mel: no corpo e quando eu me mexo também dói.

Toquei na testa dela e estava queimando. Notei que ela andava muito cansada ultimamente e mal comia, mas nunca me liguei. Chamei minha vó e ela veio quase correndo. O nariz da Mel começou a sangrar eu me desesperei, o que tava acontecendo com a minha irmã, meu Deus?
Peguei ela no colo.

Bea: vó, eu vou com ela no hospital, liga pro pai e pede pra ele ir pra lá?
Lurdes: eu tenho que ir com você, minha filha.
Bea: então vamos, vó, rápido! -desci as escadas correndo, com a Mel no colo e a minha vó logo atrás. Fechamos a casa e fomos pra portaria do prédio. pedimos pro porteiro ligar pra um táxi e ele ligou. Uns cinco minutos depois o táxi estava lá na frente, como? Não sei, mas melhor assim. - hospital -eu disse nervosa.
Lurdes: vou ligar pro seu pai.
Bea: ta bem.
Mel: maninha, calma.
Bea: como eu vou me acalmar, pequena? te vendo desse jeito?
Mel: vai ficar tudo bem. -ela me abraçou e eu comecei a chorar, ela limpou minhas lágrimas- não chora, mana.

Apenas assenti e chegamos no hospital. Meia hora depois meu pai chegou, demos entrada e consultamos. O médico mandou que fizéssemos uns exames para poder nos dar o diagnóstico, mas nos disse com bastante incerteza, que podia ser leucemia. 
Leucemia? Minha pequena com essa doença tão grave?
Acompanhei-a, pra que ela fizesse um hemograma e saímos do hospital quase de noite. O resultado desse exame de sangue sairia em três dias.
Chegamos em casa e a Mel estava dormindo, pedi pra que o pai deixasse ela na minha cama, ele fez isso, deu um beijo na testa dela e saiu. Eu vesti o meu pijama e deitei do lado dela, que acordou.

Mel: mana? onde eu to?
Bea: quero que você durma comigo hoje, aceita?
Mel: aham. -ela se aconchegou nos meus braços e voltou a fechar os olhinhos. 

Nessa hora eu comecei a chorar mas logo depois sussurrei um "eu te amo, pequena" e adormeci.
No outro dia o despertador me acordou e eu olhei pro lado. Ela continuava lá, dormindo que nem um anjinho. Tomei meu banho e me vesti:



Dei um beijo na testa da minha pequena e saí. O café da manhã foi um silêncio horrível, mas depois eu fui pra aula.
Cheguei lá e não vi a Vivi, rs. Sentei no mesmo lugar do primeiro dia e vi o Neymar entrando na sala.

Neymar: oi Bia.
Bea: oi.

Acho que ele notou que eu não estava bem e não disse mais nada, apenas se sentou e logo depois bateu.
Eu nem prestei atenção na aula, até que deu o sinal pro intervalo. Fui direto pra quadra e fiquei lá, sentada em cima do skate, olhando pro chão e pensando na minha irmã, com dor em casa.
Senti o perfume de alguém que estava sentando na minha frente, quando eu levanto os olhos, vejo dois nike preto, era o Neymar.

Neymar: o que houve?
Bea: nada.
Neymar: tudo bem se tu não quiser contar, mas não chora. -é, eu estava chorando.. e ele limpou minhas lágrimas, cara.
Bea: foi mal.
Neymar: não foi nada, mas não quer contar?
Bea: são... problemas em casa.
Neymar: graves?
Bea: não sei.

Ele me olhou confuso e eu abaixei a cabeça. Ficamos em silêncio por um tempo.

Neymar: então... você vai no acampamento que comentaram?
Bea: que acampamento?
Neymar: não sabe? notei mesmo que você estava voando. -ri fraco- o acampamento de volta às aulas, nesse fim de semana.
Bea: ah ta... não sei, se os "problemas" se resolverem acho que sim, mas à princípio não.
Neymar: ah...

Percebi que ele queria saber o que era.

Bea: é que a minha irmã... -lágrimas teimosas caíram- tá com uns sintomas aí e o médico comentou que podia ser leucemia.

Ele percebeu que não tinha que dizer nada e só me abraçou.



Não sei porque a gente passou de ódio pra carinho em tão pouco tempo, mas notei que aquilo iria me ajudar muito a superar.

Neymar: vai ficar tudo bem, é só ter fé. -assenti e o sinal tocou- vamos? -ele se levantou e me ajudou a levantar.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Amigos. Surpresa.


Vivi: demorou. – em um cochicho.
Bea: eu sei, tava ajudando o Neymar.
Vivi: como? – me perguntou, surpresa.
Bea: é. Você notou que ele estava machucado? Bateram nele.
Vivi: sério? Nossa.

O resto da aula se foi. Me despedi da Vivi e fui pra casa... ok, pra casa do Neymar. Não sei porque mas queria saber como ele estava.
Bati na porta e quem atendeu foi a mãe dele, eu acho... não lembro o nome dela.

Bea: oi...
Xx: olá. Você é amiga do Juninho, não é?
Bea: na verdade... não, mas quem sabe eu me torne.
Xx: não entendi.
Bea: bom, deixa... enfim, meu nome é Beatriz. – cumprimentei  ela com um beijo no rosto.
Xx: me chamo Nadine. Pode entrar, o Juninho está no quarto.
Bea: posso?
Nadine: claro, vai lá. – ela sorriu pra mim e eu subi. Me perdi lá em cima, não sabia onde era o quarto dele.

Abri uma das portas e vi ele, deitado em uma cama de solteiro, de bruços e agarrado no travesseiro. Acho que ele estava dormindo. Sentei na ponta da cama e chacoalhei a sua perna esquerda. Ele acordou.

Bea: oi.
Neymar: Bia?
Bea: eu.
Neymar: tá fazendo o que aqui?
Bea: vim ver como você estava. Foi no médico?
Neymar: fui.
Bea: ta melhor?
Neymar: sim.

Ficamos nos olhando em um silêncio constrangedor. Eu tava com vergonha naquela hora, mas nem por isso tirei os meus olhos dos dele.

Bea: é... posso fazer uma pergunta?
Neymar: faz. – ele sentou, encostado na cabeceira.
Bea: por que a Gabriella mandou eles te baterem?
Neymar: ela não aceitou o fim do namoro, acho.
Bea: ah... nossa.
Neymar: é. Você não tinha dito que era pra esquecer que você tinha se importado?
Bea: eu sei, mas metade das coisas que eu digo eu me arrependo depois. – rimos – tá, não digo metade, mas grande parte. Você é legal.
Neymar: você também é legal. – sorrimos e por fim eu disse que teria que ir – deixa que eu te levo na porta.
Bea: não, não precisa, fica aí deitado e... sei lá, se cuida. Tchau.

Saí do quarto dele, da casa e fui pra minha. Almocei e fui deitar um pouco.
Recebi uma ligação.

Bea: alô?
Xx: oi, é a Bea? – Bea? Só quem me chama/chamava assim era a...
Bea: JÉSSICA?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Amigos?


Nosso pequeno, no Arquivo Confidencial. Uma das melhores entrevistas já vistas, acredito que não só por mim, mas por todas as Neymarzetes e admiradores do nosso craque. Creio que todas choraram que nem bobas, assim como eu. Hahaha!

Vamos à história? Bora.

Neymar: vamos aonde? olha o meu estado, Beatriz. - falou baixo.
Bea: ora, Neymar... você pretendia ficar aí deitado até quando?
Neymar: sei lá.

Apenas olhei pra ele, olhei bem de perto cada corte no rosto dele, que me observava atentamente com o olho esquerdo, já que o direito estava praticamente fechado, por causa de um soco, suponho.

Neymar: tá fazendo o que?
Bea: olhando. vamos, vem comigo. - coloquei uma das minhas mãos sobre a dele e envolvi seu braço em meu pescoço, a outra eu coloquei em sua cintura - tá com muita dor?
Neymar: muita, não.

Fomos em direção à secretaria. Deixei ele num dos bancos da escola e fui pegar o kit de primeiros socorros e água.
Quando eu voltei, Thomas estava na frente do Neymar, apontando o dedo na cara dele. Empurrei-o.

Bea: sai daqui, Thomas!
Neymar: Beatriz, não se mete nisso. - ainda com a voz fraca.
Thomas: olha só menina, você sabe com quem tá se metendo?
Bea: olha a sua idade guri, pra tá me ameaçando desse jeito! se acha muito macho, né?
Thomas: que linda você... - riu, irônico - defendendo um covarde, idiota que nem esse aí.
Bea: bom, se ele é tudo isso, não sei, mas que você é? disso eu não tenho dúvidas!
Thomas: tá falando o que, sua vadia!?
Neymar: Beatriz, pára, por favor.

Nem liguei pro Neymar e continuei.

Bea: isso que você ouviu! você é covarde e idiota, apenas pelo fato de ajudar outro do seu tipinho a bater num guri que tá sozinho, e pior... a mando de uma cadela que despreza vocês dois. ou você acha que por ter feito isso pra ela, ela vai começar a GOSTAR de vocês? não! agora some daqui e sei lá, volta pra baixo da asa daquela idiota!
Thomas: repete se tu é bem mulher! - me empurrou e eu caí.
Neymar: Thomas! - ele falou com a voz um pouco mais alta, mas logo botou a mão na barriga com dor.

O que eu estranhei foi ninguém da direção ou algo do tipo, ter chegado ali, mas por ser colégio público e estarmos no meio de um pátio imenso... 

Thomas: tá com dor, linda? - olhou pro Neymar.
Neymar: já não deu Thomas? vai embora, cara.

Quando ele levantou a mão pra dar um soco no Neymar, eu dei uma rasteira nele.
Peguei o Neymar pelo braço e fomos em direção ao refeitório. Thomas não veio atrás, não entendi porque. Me sentei numa das mesas com o Neymar na frente, peguei algodão e remédio pra passar nos arranhões.

Bea: talvez doa. - encostei o algodão em seu rosto e ele recuou - fica quieto - mandei. passei o algodão de novo e ele recuou - Neymar, ajuda, por favor?
Neymar: tá doendo porra!
Bea: passe você, então! - me levantei. eu não tinha nem que estar me preocupando, na real.
Neymar: não! - olhei pra ele - eu.. ajudo.

Me sentei novamente, voltei a pegar o algodão e dessa vez ele não recuou, mas me questionou.

Neymar: por que se importou?
Bea: sinceramente? não sei. - continuei passando o remédio nos machucados dele, que me observava - que foi?
Neymar: nada. - pausa - você deve gostar de apanhar, né? - ri fraco, acompanhando ele - primeiro invocou comigo e agora com Thomas...
Bea: não, é que eu sou muito cara de pau, mesmo. - rimos e ele colocou a mão na barriga - acho melhor você ir pro hospital.
Neymar: não, eu to bem.
Bea: não, não está.
Neymar: to estranhando você, Beatriz.
Bea: eu to estranhando nós dois - rimos - deu, limpei pelo menos, mas você precisa mesmo ir ao hospital.
Neymar: na saída eu vou.
Bea: você que sabe - pausei - fingi que não aconteceu nada disso, ok? - ele me olhou surpreso - ta?
Neymar: tá. mas mesmo assim, obrigado.
Bea: claro, tamo aí; ou melhor.. bom, tchau Neymar.
Neymar: tchau.

Fui em direção à sala de aula, o professor que me deu permissão de saída, já havia sido substituído, andei normalmente até a minha classe e me sentei.

domingo, 11 de novembro de 2012

Primeiro dia de aula. Confusões. Amizade.


Bom, meu nome é Beatriz, alguns me chamam de Bia e outros de Bea. Eu curto muito andar de skate e já venci dois campeonatos aqui na cidade e outros três regionais. Ah, uma coisa que eu quero deixar bem claro, é que mesmo eu sendo skatista, eu não tenho um jeito menos afeminado de ser, eu visto rosa sim e quando tenho que me arrumar eu me arrumo sim, não posso parecer um macho, né? .-.
Eu tenho apenas uma irmã, a Melissa. Ela é bem mais nova que eu, tem 6 anos. Meus pais são separados e quando a minha mãe foi morar na Europa, eu não quis ir, e Melissa seguiu meu exemplo, somos muito apegadas. Moramos então, com o nosso pai Fernando e a mãe dele, a vó Lurdes.
O nosso edifício é panorâmico e eu acho muito estranho você estar no elevador e enxergar  o lado de fora, kkkk. Maneiro mesmo é em dia de chuva, rs.
Eu estudo à cinco quadras de casa e hoje seria o primeiro dia de aula no segundo ano do ensino médio. Eu não estava muito empolgada, não. Longe disso! Mas me levantei cedo, tomei um banho, me arrumei e desci pro café:
(Já existia instagram e bla bla, ok? Ok)




Fernando: bom dia, filhota.
Bea: bom dia grandão. – dei um beijo no rosto dele – e a Melissa?
Fernando: já está descendo, eu acho. sua vó está arrumando ela, para escola.
Bea: ah. – saí.
Fernando: não vai comer nada? – gritou.
Bea: não pai, valeu, to com fome não. – fiz o mesmo.

Passei perto da escada e a Mel tava descendo de mãos dadas com a vó.

Bea: bom dia pequena.
Mel: bom dia mana.

Abracei ela e peguei sua mão, dei um beijo na vó, que nos alcançou as mochilas, e eu saí com a Mel.
Eu sempre levo ela na escola, que é um pouco mais perto de casa, depois eu vou de skate pra minha.

Bea: até mais pequena, fica bem ok?
Mel: tchau maninha, você vem me pegar?
Bea: venho sim, mana, mas me espera, ok?
Mel: ok.

Dei um beijo no rosto dela e disse: “Vai lá!” ela me obedeceu e entrou na escola. Peguei então meu iPod e fui ouvindo música, até a escola. Cheguei lá e dei de cara com a Gabriella e a turminha dela, eca. Passei reto mas um dos amiguinhos dela veio me provocar.

Xx: oi Bia. – sínico, af.
Bea: vai a merda, Rafael.
Rafael: nossa, já chegou irritadinha?
Bea: como eu disse, vai a merda. – saí dali e fui pra aula.

Cheguei lá e tinha um menino de cabeça baixa com o capuz do seu moletom canguru, na cabeça. Sentei perto dele, mas eu acho que ele não estava pra conversa ou coisa do tipo, pois nem levantou a cabeça. Logo depois de mim, chegou uma menina... não, porra, é a Vivi. Me levantei e fui em direção a ela.

Bea: oi Vivi. – abracei ela.
Vivi: oi.
Bea: aconteceu alguma coisa?
Vivi: sim.
Bea: o que? – preocupada.
Vivi: tive que levantar da minha deliciosa cama. ):
Bea: ah, sua idiota! – bati no braço dela – eu pensei que era algo grave.
Vivi: mas é grave poxa! – ela fez cara de triste e rimos logo depois.

Sentamos perto do menino de novo e eu tentei ser legal.

Bea: oi?
Xx: oi. – super frio.
Bea: nossa. – olhei pra Vivi – tudo bem?
Xx: sim.
Bea: hm, eu também. – Vivi riu. Palhaça! – qual teu nome?
Xx: de que interessa?

Quando ele falou isso eu vi quem era. Era o Neymar, o namoradinho da 
Gabriella. Nossa, que nojo, porque eu fui falar com ele?

Bea: nossa, velho, é você?
Neymar: não garota, o papai Noel.
Bea: grosso!
Neymar: me erra, porra.
Bea: aposto que ela te chifrou, por isso você tá revoltadinho.
Neymar: te devo alguma satisfação sobre a minha vida?
Bea: graças a Deus, não.
Neymar: então te fecha.
Bea: corno.
Neymar: garota, você tá me irritando. – alterou a voz e se levantou.
Bea: e o que você vai fazer? Me bater? Covarde do jeito que é. – fiz o mesmo.

Fiquei cara a cara com ele e porra, que perfume, mano! .-.

Neymar: você merece uma surra, garota. – ele pegou meu braço, muito forte e me puxou pra mais perto.
Bea: me solta. – esbravejei.
Neymar: não vou soltar.
Bea: mandei me soltar! – dei um puxão, fazendo com que ele me soltasse.
Neymar: vai... – ele não terminou a frase e o professor entrou, nem percebi que o sinal já tinha tocado.
Professor: se sentar, senhor Neymar Jr.

Neymar me olhou com muita raiva e se sentou logo depois.
A aula correu bem até a hora do intervalo, depois dele o Neymar não apareceu na sala e o Rafael e o Thomas chegaram atrasados, fiquei intrigada, porque vi eles indo com o Neymar pros fundos da escola.

Bea: professor?
Professor: sim?
Bea: esqueci um bagulho no pátio, posso ir pegar?
Professor: não demora.

Assenti e saí da sala. Fui em direção aos fundos da escola e me deparei com o Neymar caído no chão, acho que eles bateram nele. Eu nem deveria estar preocupada, mas sei lá o que me deu.

Bea: Neymar?

Ele nem se mecheu. Me ajoelhei perto dele e ele tava com o nariz, a boca e o supercílio sangrando.

Bea: foram eles?
Neymar: me deixa. – ele disse quase que em um gemido, colocando a mão na barriga.
Bea: Neymar, eu não vou te deixar aqui, assim.
Neymar: porque se preocupa? Eu to bem.
Bea: dá pra ver que você não tá! Vamos, levanta daí, eu vou te ajudar.

Ele me olhou incrédulo e levantou.